16 de dezembro de 2014

A saideira e a conta

2014: o ano que finalmente lancei meu livro. Mas já falei demais sobre isso (aqui, por exemplo) e tenho outras coisas para contar. São elas:

Uma antologia

Desde que comecei a brincar mais a sério com essa coisa de poesia, o nome Plástico Bolha já orbitava em algum lugar do meu inconsciente, visto de relance pelas esquinas na rede mundial de computadores e tendo virado, em algum momento, uma das minhas leituras mais recorrentes. Eis que em 2010 (?) emplaquei um textinho no blog deles e, mais tarde, um outro texto, "Desencontro", na versão impressa. De lá para cá, muita coisa aconteceu, mas o que importa mesmo é que saiu esse ano pela OrganoGrama a Antologia de Poesia Plástico Bolha e meu poema está lá, entre tantos outros textos de gente querida e admirada como Lucas Viriato, André Capilé, Larissa Andrioli, Beatriz, Bastos, Diego Grando, Mariano Marovatto, Ismar Tirelli Neto, Paulo Henriques Britto, Alice Sant'Anna e Roberto Corrêa dos Santos, entre muitos outros.  Quem quiser comprar e/ou saber mais é só clicar na capa aqui embaixo.




Um 1997

É muito fácil ser ridículo aos 13 anos. E eu (que já tenho 29 mas ontem mesmo comprei uma camiseta do Guns n' Roses) contei para a Júlia de Carvalho Hansen como foi o meu 1997, também conhecido como "o ano dos Hi-Fi's". Aliás, esse projeto da Júlia é uma coisa linda. Ana Martins Marques, Victor Heringer e Bruna Beber também estão por lá, entre outras pessoas que também foram felizes e/ou infelizes em 1997 (e sobreviveram para contar). Clique na imagem para acessar.





Um artigo

Sigo no meu doutorado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio, pesquisando a prosa de ficção brasileira contemporânea. Esse ano publiquei um artigo no Journal for Brazilian Studies da Aarhus University (Dinamarca). Talvez seja legal para quem se interessa por realismo afetivo, gratuidade narrativa e pela obra do Daniel Galera em geral. Clique aqui se esse for o seu caso.

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